terça-feira, 27 de setembro de 2011
''Venha quando quiser, ligue, chame, escreva - tem espaço na casa e no coração, só não se perca de mim...os meus braços não vão ser suficientes pra abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme só olhando você sem dizer nada. Só olhando e pensando no beijo que irei te dar.'' Caio Fernando Abreu
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Desacostumar de pessoas permanentes, desapegar de sentimentos, deixar ir, deixar levar, sem amor, sem rancor. É isso aí. Vai lá, pode ir. Aprendi a trocar de sapato e mesmo assim me sentir confortável.
Em frente
O momento em que você não olha para trás é crucial. Foca apenas em sua caminhada, em seus obstáculos, em seus objetivos, e esquece do que te prendia num só lugar. Porque a vida é assim, reta e direta, ela não para junto com você, ou dá um descanso, ela vai sempre continuar e você tem que segui-la. É preciso coragem para deixar lugares, pessoas, passados... É em frente que você tem que focalizar, é lá que a felicidade quer te encontrar.
Quando não há para onde correr, o único refúgio é um papel, uma caneta, e um consolo.
sábado, 24 de setembro de 2011
''Esperançal''
Do nada bate aquela saudade. Não sei se você entende, amigo. É uma sensação de gozo com dor. Qualquer coisa mínima que chegue aos meus ouvidos, músicas, letras, atitudes, trazem a velha da saudade. Com aquele gosto de poeira e amor.
Principalmente aos sábados de manhã, com aquele vento gelado batendo em meu nariz, esvoaçando meus cabelos, os olhares sendo carregados até mim. É meio doloroso, admito, mas é bom! Tão bom que os sábados começam a se tornar esperados. E os domingos também. E no fim, até a segunda-feira está sendo um símbolo de esperança.
Ô saudadezinha, ein. Persistente que só ela.
Principalmente aos sábados de manhã, com aquele vento gelado batendo em meu nariz, esvoaçando meus cabelos, os olhares sendo carregados até mim. É meio doloroso, admito, mas é bom! Tão bom que os sábados começam a se tornar esperados. E os domingos também. E no fim, até a segunda-feira está sendo um símbolo de esperança.
Ô saudadezinha, ein. Persistente que só ela.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Eu estava parada, encostada na antiga mesa de madeira. Tentava desconcertada fugir o olhar de você, mas não adiantou. Ele me prendeu e me fez te amar. Da maneira que amo hoje, da maneira que amarei daqui a anos.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Uma música que me atordoa em certos momentos, e que dá aquela vontade de gritar de saudade.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
- Eu achei que você tinha desistido.
- Desistir? Já falei que nunca vou fazer isso.
- Mas você foi embora.
- Não fui embora. Só não corri atrás de você. Fiquei parado.
- Desistir? Já falei que nunca vou fazer isso.
- Mas você foi embora.
- Não fui embora. Só não corri atrás de você. Fiquei parado.
- E não é a mesma coisa?
- Não. Eu vou estar sempre aqui, parado, quando você me quiser de volta, sabe onde me encontrar.
Aquele ar de inverno a deixava feliz. Lá dentro, sabe. No coração. Talvez a temperatura de fora se igualasse a de dentro. Talvez houvesse uma estranha química entre o frio de fora, e o frio do coração. Pobre moça. Sorrindo apaticamente pelas ruas sem cor da cidade.
Acontece que com ou sem cama gosto profundamente de você. (...) Não é afastando as pessoas que te amam - como eu, por exemplo - que você vai se sentir melhor. Entenda que eu quero estar com você, do seu lado, sabendo o que acontece. De repente me passa pela cabeça que a minha presença ou a minha insistência pode talvez irritá-lo. Então, desculpa não insistirei mais. (...) Eu queria dizer que eu estava com você, e a menos que você não me suporte mais, continuaria te procurando e querendo saber coisas. Bobagens? pois é, se quiser ria como você costuma rir para se defender. Não estou me defendendo de nada. Estou perguntando a você se permite que eu tenha carinho por você, seu idiota. Mas estou aqui, continuo aqui não sei até quando, e quando e se você quiser, precisar dê um toque. Te quero imensamente bem, fico pensando se dizendo assim, quem sabe, de repente você até acredita. Acredite.
Caio F.
Caio F.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Queria poder te lembrar de tudo. De tudo que te fez bem, que te protegeu e que não volta mais.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Vi-vontade
O conceito de viver era muito banal entre qualquer pessoa daquela sociedade. Viver regrados, pelas rotinas, afazeres e pessoas. Mas viver? Viver ia além dos limites conhecidos por qualquer humano. Viver era fazer o que se tinha vontade de fazer, gritar, rir loucamente, amar sem condições, perdoar quem não merecia. Viver era viver. E não ser preso. A vida era feita para que vivessem suas vontades, e não para que se tornassem escravos delas.
sábado, 3 de setembro de 2011
''É tempo de se render
Foi muito tempo fingindo
Não há mais utilidade continuar tentando
Quando os pedaços não se encaixam mais''
Gostava de parar em algum canto, perto de uma árvore, sentir o vento no rosto, sentir o aroma do ar. Dava aquela paz de dentro, sabe? Uma tranquilidade que ninguém mais podia proporcionar.
Ciclo
Era um ciclo 'interminável': Confiava, amava, precisava. Então iam embora, esquecendo tudo o que haviam prometido, deixando tudo o que havíamos construído desmoronar. Daí vinha a parte em que eu achava que era forte, e fazia minhas próprias emoções da maneira que eu queria que elas fossem, controlava-as. Até achar alguém, não de propósito, que me fizesse ''confiar, amar e precisar''. Então me deixavam de novo, e o ciclo recomeçava.
Mas uma coisa era certa: Apesar de parecer interminável, o ciclo era quebrável, e não aguentaria por muito tempo.
Eu chorava, caía aos prantos, formava rios em meu travesseiro. Chorava sem saber o porquê - apenas limpando a alma das impurezas do futuro, pensava eu.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Eu comecei a viver de um jeito medíocre. Procurando distrações para que a minha mente não ficasse vazia. E quando ficava, não havia para onde correr. Tudo vinha á tona.
Era amor
Eu tinha meu próprio jeito de te amar. Com vários defeitos e várias qualidades. Te chamava de palavras feias e sorria pra você. Te abraçava como se nunca mais quisesse soltar, e te beijava como se fosse a última vez, com todo o carinho do mundo. Eu te olhava como se pudesse dizer palavras com os olhos, e te tocava como se você pudesse entender cada significado dos meus gestos. Eu te batia, te xingava, te deixava triste, mas era o que eu conseguia fazer para demonstrar o que eu sentia. Era de verdade, viu? Era amor. Mas você não entendeu isso, e foi embora. Pra longe de mim. E eu sequer sei se você sente falta de tudo o que fazíamos juntos.
Mas agora? Não tem mais jeito, acabou mesmo. Acabou daquele jeito que não prevíamos que acontecesse. E tudo o que eu posso fazer agora, é achar outro alguém pra bater, xingar, amar.
Talvez alguém por aí, entenda que meu amor tem duas faces, e que isso não o torna falso, mas sim mais verdadeiro do que ele é.
Mas agora? Não tem mais jeito, acabou mesmo. Acabou daquele jeito que não prevíamos que acontecesse. E tudo o que eu posso fazer agora, é achar outro alguém pra bater, xingar, amar.
Talvez alguém por aí, entenda que meu amor tem duas faces, e que isso não o torna falso, mas sim mais verdadeiro do que ele é.
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