sábado, 24 de setembro de 2011

''Esperançal''

Do nada bate aquela saudade. Não sei se você entende, amigo. É uma sensação de gozo com dor. Qualquer coisa mínima que chegue aos meus ouvidos, músicas, letras, atitudes, trazem a velha da saudade. Com aquele gosto de poeira e amor.
Principalmente aos sábados de manhã, com aquele vento gelado batendo em meu nariz, esvoaçando meus cabelos, os olhares sendo carregados até mim. É meio doloroso, admito, mas é bom! Tão bom que os sábados começam a se tornar esperados. E os domingos também. E no fim, até a segunda-feira está sendo um símbolo de esperança.
Ô saudadezinha, ein. Persistente que só ela.

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