sábado, 5 de maio de 2012

Meu jardim sem cor de vida

Naquele marasmo de vida, eu ainda encontrava algo que me satisfizesse, algo como: um dia de sol com temperatura baixa, uma rosa vermelha resplandecendo no jardim da minha casa (falo isso porque o jardim da minha casa nem parecia um jardim, não se via um verde, a não ser, é claro, pelas rosas que decidiam nascer de vez em quando), um café quente na minha mesa sem ter sido eu que preparasse, um sorriso de uma garota bonita na rua, o começo de um livro e meu velho coração solitário. Tirando isso, céus, que vida era aquela! Tão marrom quanto o jardim da minha casa.

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