Te encontrei naquela esquina
Naquela esquina te encontrei
Via tanta coisa em ti
Que não sabia se o que eu via
Era o que realmente era.
Cabelo verde, azul, castanho
Ou seriam os olhos loiros, morenos
Corpo esbelto, tornozelos finos
Busto cheio
Atravesse essa rua molhada do choro
Choro de Deus, bêbados, ímpios
Venha que a inocência já não te quer mais
A loucura dos sábios está do outro lado da rua
E o que vem a ser o caráter do outro lado da rua?
Saudade
Sensualidade
Amor.
As águas que banham essa travessia diluem a saudade do outro lado, mas a nostalgia rala fica por todo lado. Lindo texto!
ResponderExcluirObrigada, Cleyton. Significa muito vindo de você. E tens razão, a nostalgia tende a se espalhar cada vez mais até que a rua ladrilhada seja extinta.
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