Em partes vou rastejando, ao todo vou me cansando. O fardo das pessoas, dos dias, das horas, só fazem o solo ficar mais e mais perto.
Realmente, ninguém sabe mexer na minha confusão.
Ninguém nunca soube.
Ninguém nunca saberá.
E não espero que saibam. Não quero.
Da minha alma eu que sei, branquinha.
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