Ei,
Essa pode ser uma péssima metáfora, com uma conotação pior ainda.
Mas essa só diz respeito a mudança que causou na minha vida.
O mundo não foi o mesmo depois da segunda guerra mundial, do grande dia D, do ataque à Pearl Harbor, da invasão à normandia. Não foi.
Do mesmo jeito que não sou a mesma depois dessa grande imensa bomba de gigantescas proporções na minha vida.
O mundo se reconstituiu, mas mudou. esses fatos permanecem.
Você permanece.
Em algum lugar, nos recônditos do meu coração, do meu cérebro, nas sinapses dos meus neurônios.
Uma vez li em algum lugar que o toque da pessoa fica grudado em sua pele por meses, até que células da pele troquem. Você é assim pra mim. Tá carimbado nos órgãos mais internos do meu corpo. Sem garantia de troca. Como se fosse uma marca de nascença.
Não tem como te tirar da minha narrativa. Nem tiraria se pudesse.
Um beijo, meio confuso, cheio de metáforas, de quem te tem aqui,
J.
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