Os ponteiros do relógio batem inquietamente, 3 milésimos por segundo, como uma batida de coração. Calma, e segura. Tempo. Incalculável e inexpressivo tempo. Há dias que ele passa ligeiramente, como se quissesse atrasar tudo o que você faz, te afastar das pessoas que gosta, fazer o sol esquentar mais rápido. E há dias, principalmente os dias que você precisa que tudo corra rápido, que ele te faz pensar, refletir, parar em frente ao relógio na expectativa de que os ponteiros corram os números mais rápido, porque tudo o que você precisa está num novo dia, com novas pessoas.
Tempo. Maldito e abençoado. O tempo que diz que cura tudo, mas que na realidade, não cura nada. O tempo que traz a distância, mas também traz a experiência. Tempo, tempo, tac, tempo, tic, tempo, tac. O tempo que nos faz pensar nas atitudes, e tomá-las com certeza. Enfim, o tempo é só o tempo, ele não significa nada se você não fizer com que ele valha a pena.
Nenhum comentário:
Postar um comentário