Tudo volta com o mesmo impacto de antes, causando as mesmas sensações. Então eu me pergunto: Será mesmo que deveria ser assim? Será que o destino não enlouqueceu e fez as coisas acontecerem ao contrário?
Eu já disse para Deus, para a torcida do flamengo, para as pessoas que não se importam comigo, para as que dizem se importar, para as que nem me conhecem, disse para o mundo que haveria apenas uma chance! Apenas mais uma. E parece que ninguém me escutou! Eu me esgoelei, perdi a voz, perdi o tempo, perdi a noção de tudo. Pra quê? Oh claro, pra nada!
Eu tentei, assim como você, me dediquei, fiz promessas pra tantas coisas, tantas pessoas, que nem sei como pagá-las, fiz atitudes, fiz palavras, fiz canções, fiz dedicatórias, fiz até mesmo cartas, para anunciar pra todo mundo que haveria apenas mais uma chance, e que eu estava tentando mantê-la firme e fortemente.
Então vinha um, vinham dois, vinham três, me falavam que eu era louca por insistir tanto por algo que não valia a pena, que eu estava remando contra a maré, e que no final de tudo, não chegaria a lugar algum, mas sabe o que eu fiz? Continuei tentando! E sabe por quê? Porque eu havia dito que tentaria! Eu havia prometido e me esforçado. Eu havia aguentado longos meses de sofrimento e espera para conseguir, finalmente, a minha excelentíssima chance! E eu a consegui! Sim, eu a consegui! Mas não me valeu de nada. Porque roubaram-na de mim, rasgaram-na e jogaram em qualquer lugar. E eu a vi lá, jogada ao chão, a minha única e última chance jogada ao chão pela pessoa que eu mais me importava. A minha chance de dar uma chance ao amor... Mas ela foi-se, assim, rapidinho. Junto com as esperanças, e com a ilusão de que um dia, alguém se dedicaria tanto pra mim, como eu me dediquei. E que talvez, um amor não fosse SEMPRE dado por uma só pessoa, mas retribuído de forma igual.
Ironia, não? O que sempre foi, não há de mudar. Nem agora, e nem nunca.
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