E se um dia, por acaso, nós nos depararmos no mesmo banco do ônibus? Você vai se importar em dividi-lo comigo? E quando eu estiver saindo, você ainda vai segurar minha mão? Vai grudar o rosto no vidro e sibilar que me ama? Se você não o fizer, eu ainda vou estar esperando. Parada em frente aquela pintura azul. Te olhando ansiosamente. Com ternura e uma saudade já constante.
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